ISO 9001 · Certificada LRQA
Desde 1986 no Mercado Brasileiro

Soluções em
Elementos de Fixação
para a Indústria

Fornecimento especializado para linha branca, automotiva, industrial e muito mais — com qualidade certificada e agilidade logística.

Linha Branca
Fixadores para eletrodomésticos
Automotiva
Certificados para montadoras
Usinados
Peças sob medida precisas
Estampados
Componentes em aço
+38anos no setor
ISO9001 LRQA
B2Bfoco industrial
Certificação ISO 9001 · Bureau LRQA Gestão da qualidade auditada internacionalmente

Quem Somos

Mais de três décadas de confiança e qualidade

O Grupo Tecnofix nasceu em 1986, fundado por dois profissionais com mais de 30 anos combinados de experiência. Crescemos consolidando nossa presença no mercado brasileiro com seriedade e parceria.

Agilidade logística e atendimento diferenciado são os pilares que guiam nosso crescimento. A cada ano que passa, o Grupo se consolida com seriedade e parceria junto de clientes e fornecedores.

Linha Branca Automotivo Industrial Usinados Estampados Adesão

Missão

Fornecer elementos de fixação com qualidade, agilidade e comprometimento.

Visão

Ser referência nacional, reconhecidos pela excelência no atendimento.

Valores

Ética, transparência e melhoria contínua em todos os processos.

1986Fundação do Grupo
+38

Anos de experiência no setor

ISO

9001 — Certificação LRQA vigente

B2B

Atendimento exclusivo para indústrias

100%

Foco em qualidade e agilidade

Portfólio

Nossas Linhas de Produtos

Anéis e Pinos Elásticos

Anéis e pinos para transferência de cargas axiais e aplicações leves, médias e pesadas em metal ou plástico.

Fixação

Fixadores

Parafusos, porcas, rebites em materiais ferrosos e não ferrosos: aço, inox, latão, alumínio e cobre.

Fixação Geral

Peças Usinadas

Produzidas conforme desenho do cliente nos mais variados materiais, em tornos CNC, multifusos e automáticos.

Sob Medida

Peças Estampadas

Porcas rápidas, clips e presilhas. Desenvolvimento completo de ferramental, processo e embalagem.

Estamparia

Montagem de Kits

Kits de reparo automotivo: homocinéticas, freios, embuchamento — Mercedes, VW, Ford, Fiat, GM e Volvo.

Kits

Arruelas

Arruelas lisas, onduladas e de pressão para distribuição de carga, vedação, travamento e proteção.

Arruelas

Nossos Diferenciais

Qualidade que move a indústria

Nosso compromisso com a qualidade é comprovado por certificações internacionais e processos rigorosos em cada etapa.

01

Certificação ISO 9001 — Bureau LRQA

Sistema de gestão da qualidade auditado e certificado internacionalmente, garantindo processos controlados e rastreáveis.

02

Controle dimensional rigoroso

Inspeção técnica em todos os lotes recebidos e expedidos, com rastreabilidade completa.

03

Logística ágil e confiável

Estoque estratégico e equipe dedicada para entregas rápidas e dentro do prazo acordado.

04

Suporte técnico especializado

Equipe preparada para apoiar na especificação correta do elemento de fixação ideal.

Certificados pela LRQA

O Grupo Tecnofix é auditado e certificado pelo bureau internacional LRQA — um dos mais respeitados do mundo em gestão da qualidade — atestando nosso compromisso com processos de classe mundial.

ISO 9001
Auditado pelo bureau LRQA International

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Solicite um orçamento ou tire dúvidas. Nossa equipe está pronta para atendê-lo.

CNPJ

05.803.613/0001-80

Certificação

ISO 9001 — Bureau LRQA

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Protegido por reCAPTCHA v2 + v3

Onde Estamos

Nossa Localização

Grupo Tecnofix

Rua Soares de Avellar, 760

Vila Monte Alegre — São Paulo/SP

Horário

Seg–Sex: 8h às 18h

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Portfólio Completo

Nossos Produtos

Elementos de fixação para os mais diversos segmentos industriais — com qualidade ISO 9001 certificada pela LRQA.

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Fixação

Anéis Elásticos, Pinos Elásticos, Pinos Guia e Cônicos

Os anéis elásticos atuam como anteparo, transferindo altas cargas axiais do elemento fixado para as paredes da ranhura.

Os pinos elásticos estão disponíveis para aplicações leves, médias e pesadas, para uso em produtos fabricados a partir de metal ou plástico.

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Molas

Molas Prato

A melhor solução para aplicações onde se requer cargas elevadas em espaços confinados com pequenos deslocamentos.

Aplicada individualmente ou em grupo, é a melhor alternativa para substituir mola espiral — atende requisitos de carga e deslocamento sob condição restrita.

Visitar site da Molas Prato
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Arruelas

Arruelas Lisas, Onduladas e de Pressão

Arruelas são utilizadas como assento para a distribuição de carga. Propiciam tensão de fixação, cobertura, isolação, vedação, travamento e proteção.

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Fixação Geral

Fixadores

Linha completa de fixadores em materiais ferrosos e não ferrosos:

Parafusos: sextavados, allen, métricos, autoatarraxantes, cabeça quadrada e especiais
Porcas: sextavadas, quadradas, autotravantes no náilon, castelo e solda
Rebites: repuxo, maciço e especiais
Materiais: aço 5.8 – 8.8 – 10.9 – 12.9, inox, latão, alumínio, cobre
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Estamparia

Peças Estampadas — Porcas Rápidas, Clips e Presilhas

O Grupo Tecnofix desenvolve Elementos Especiais de Fixação para uma vasta faixa de aplicação atendendo aos requisitos do cliente.

O desenvolvimento do Projeto do Ferramental, Especificações de Processo, Tratamento Térmico, Acabamento Superficial e Embalagem é feito para garantir o atendimento de todos os requisitos do cliente.

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Kits Automotivos

Montagem de Kits

O Grupo Tecnofix desenvolve montagem de kits com peças estampadas, usinadas, orings, retentoras, molas espirais e outros componentes.

Reparo de embuchamento manga de eixo (Mercedes-Benz, VW, Ford, Volvo, Scania)
Kits de homocinéticas (FIAT, Ford, GM, VW)
Kits de reparo de freios (FIAT, Ford, GM, VW)
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Sob Medida

Peças Usinadas

O Grupo Tecnofix produz peças usinadas conforme desenho de clientes nos mais variados tipos de materiais:

Aços Ressulfurados (11SMn30, 11SMnPb30)
Aços Carbono 1010 / 1020 / 1045
Aços Ligados 4140 / 5160 / 6150
Alumínio, Cobre, Inox, Latão e outros
Tornos Automáticos, Multifusos, CNC · Frezas CNC

Especificações Técnicas Completas

Anéis e Pinos Elásticos,
Pinos Guia e Cônicos

Documentação técnica de todos os grupos — normas DIN, Seeger e Truarc, faixas de diâmetro, características de desempenho e variantes disponíveis para cada aplicação.

11Grupos
3Normas
ISO9001
Anéis de Retenção10 grupos · DIN / Seeger / Truarc
Anéis de TravamentoGrupo 508 · DIN 5417
Pinos ElásticosGrupos 701 e 704
Pinos Guia e Cônicos6 normas DIN

Grupos 501 – 533

Atuam como anteparo, transferindo altas cargas axiais do elemento fixado para as paredes da ranhura. Disponíveis em seção não-uniforme, versões métricas e em polegada.

Normas: DIN Seeger Truarc
501
Tipo EDIN 471

Anel de Retenção Externo

Tipo mais comum de anel de retenção. Oferece a melhor solução quanto a espessura e largura radial. Seção não-uniforme com circularidade e pressão constantes — seguro em altas cargas e rotações.

502
Tipo IDIN 472

Anel de Retenção Interno

Anel de seção não-uniforme para montagem interna em furos e alojamentos. Análogo ao Grupo 501 com as mesmas características de circularidade e pressão constantes.

503
Tipo RSDIN 6799

Anel de Retenção Radial

Montado radialmente em eixos de pequeno diâmetro. Propicia grande face de contato e excelente resistência ao deslocamento axial sem necessidade de ranhura profunda.

504
Tipo MLSeeger 33

Anel Seeger — Tensão Constante

Seeger de seção não-uniforme e tensão constante. Excelente para montagem onde o espaço é limitado — combina alta resistência com o menor perfil possível.

519
Tipo IVSeeger 15

Anel de Retenção Invertido

Posição invertida para aplicações que requerem altura reduzida dos olhais. Boa resistência a cargas axiais com baixo perfil de montagem.

525
Tipo ARESeeger 24

Auto-Retenção para Eixos

Os dentes cravam no eixo, dispensando ranhura usinada. Melhor desempenho em eixo sem tratamento térmico, galvânico ou lubrificante. Retenção de vedadores.

526
Tipo ARISeeger 25

Auto-Retenção para Furos

Os dentes cravam no furo, dispensando usinagem adicional no alojamento. Retenção de vedadores em furos de maneira econômica e eficiente.

527
Tipo ARETruarc 5105Pol.

Auto-Retenção para Eixos — Pol.

Mesmo princípio do Grupo 525 em bitola polegada. Anel de auto-retenção para eixos no sistema imperial, indicado para especificações americanas.

528
Tipo ARITruarc 5105Pol.

Auto-Retenção para Furos — Pol.

Mesmo princípio do Grupo 526 em bitola polegada. Anel de auto-retenção para furos no sistema imperial, compatível com normas americanas.

533
Tipo RSTruarc 5131Pol.

Anel Radial para Eixos — Pol.

Mesmo princípio do Grupo 503 em bitola polegada. Montagem radial em eixos de pequeno diâmetro no sistema imperial, com grande face de contato.

Grupo 508

Projetados para espaço radial extremamente restrito — apresentam a menor largura radial disponível na família de anéis de fixação.

Anel de Travamento — Grupo 508

Norma DIN 5417 — Apresentam a menor largura radial, possibilitando aplicação onde o espaço é extremamente limitado. Utilizados em furos e eixos. A performance é inferior aos anéis de retenção de seção não-uniforme (Grupos 501/502) em virtude da seção constante — porém oferecem a mais alta compacidade radial disponível na família.

DIN 5417 Seção Constante Furos e Eixos Menor largura radial

Grupos 701 e 704

Ao serem comprimidos no furo, exercem pressão radial constante contra toda a parede do alojamento — fixação segura sem ranhura ou solda.

Pino Elástico Reto

Grupo 701

Pinos de parede simples, fendidos longitudinalmente. Diâmetro nominal superior ao furo de montagem — ao ser inserido, o pino se comprime e exerce pressão radial constante, travando-se sem ranhura usinada no componente.

Aplicações leves, médias e pesadas
Compatível com peças de metal e plástico
Diâmetro nominal superior ao furo — auto-travamento
Não requer usinagem de ranhura no componente
Leve
Médio
Pesado

Pino Espiral

Grupo 704

Pinos de múltiplas camadas enroladas em espiral. Distribuem a tensão ao longo de toda a circunferência com alta absorção de impacto — superior ao pino reto em aplicações com cargas dinâmicas e vibrações.

Distribuição uniforme de tensão radial
Alta resistência a cargas dinâmicas e choques
Desempenho superior em ambientes com vibração
Disponível em aço carbono e inox
Automotivo
Industrial
Alta Carga

Normas DIN

Pinos de precisão para guiamento e posicionamento. Versões paralelas e cônicas, com ou sem tratamento térmico, e com extração por rosca.

CônicoDIN 1
Pino Cônico
Pino de formato cônico padrão para posicionamento e alinhamento. Conicidade 1:50 — facilita a desmontagem pela ação natural da geometria cônica, sem risco de gripamento.
DIN 1
ParaleloDIN 7
Pino Guia Paralelo s/ Têmpera
Pino cilíndrico de precisão sem tratamento térmico. Guiamento e posicionamento de componentes onde não há exigência de elevada dureza superficial.
DIN 7
ParaleloDIN 6325
Pino Guia Paralelo c/ Têmpera
Pino cilíndrico de alta precisão com tratamento térmico. Maior dureza e resistência ao desgaste — indicado para alinhamentos críticos e desmontagens frequentes.
DIN 6325
CônicoDIN 258 / 7977
Pino Cônico c/ Rosca Externa
Pino cônico com rosca externa na extremidade para extração por porca. Indicado para fixações que necessitam de desmontagem eventual facilitada sem extrator especial.
DIN 258 / 7977
CônicoDIN 7978
Pino Cônico c/ Rosca Interna
Pino cônico com rosca interna para extração por extrator. Solução compacta onde a rosca externa não é desejável na extremidade visível do pino.
DIN 7978
ParaleloDIN 7979
Pino Guia Paralelo c/ Rosca Interna
Pino cilíndrico paralelo com rosca interna para extração facilitada. Combina a precisão do pino paralelo com praticidade de desmontagem sem ferramentas especiais.
DIN 7979

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Nossa equipe técnica está pronta para auxiliar na especificação correta para sua aplicação — anéis, pinos e muito mais. Atendimento B2B especializado.

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Operação que confere à peça forma, dimensões, acabamento ou combinação destes, através da remoção de material sob forma de cavaco.
Porção de material da peça retirada pela ferramenta, caracterizando-se por apresentar forma irregular.
Processo de usinagem onde um sólido cilíndrico bruto é transformado retirando-se cavaco de sua periferia. A peça gira em torno do eixo principal da máquina e a ferramenta se desloca em trajetória no mesmo plano desse eixo.
Processo de usinagem feito por fresadoras e fresas. Consiste na retirada de material da superfície de uma peça para obter forma e acabamento desejados.
Processo de usinagem onde o movimento de corte é principalmente rotativo e o movimento de avanço é na direção do eixo.
Processo de usinagem cuja função é produzir roscas internas e externas.
Sulcos em alto ou baixo relevo em parafusos, porcas ou outro material. Serve para definir o encaixamento perfeito dos dois materiais (ex.: parafuso e porca).
Consiste em remover material da superfície de forma progressiva, pela ação ordenada dos fios de corte que se deslocam em trajetória retilínea. A ferramenta chama-se brocha e a máquina, brochadeira.
Processo de usinagem por abrasão destinado à obtenção de superfícies com auxílio de ferramenta abrasiva de revolução. Pode ser tangencial ou frontal.
Processo de usinagem por abrasão para acabamento de furos cilíndricos, onde os grãos abrasivos descrevem trajetórias helicoidais em contato com a superfície da peça.
Processo de conformação mecânica que consiste em deformar plasticamente o material por esmagamento entre rolos giratórios. Os esforços envolvidos são de compressão.
Processo de fabricação de peças por corte ou deformação de chapas em operação de prensagem geralmente a frio. Operações básicas: Corte, Dobramento/encurvamento e Estampagem profunda (objetos ocos a partir de chapas planas).
Processo de prensagem a frio em que as superfícies das peças são limitadas pelas matrizes para que perfil e impressão sejam produzidos perfeitamente. Inclui etapas de forjamento e extrusão.
Confeccionado em aços de alto carbono com tratamento térmico que confere estrutura bainita — retorna à forma quase original após ser deformado, esticado ou comprimido.
Liga de ferro e cromo com alta resistência à oxidação. O cromo forma uma camada passiva de óxido (Cr₂O₃) que protege contra corrosão. As famílias principais são: ferríticos, austeníticos, martensíticos, duplex e endurecíveis por precipitação.
Fase metaestável de ferro supersaturado com carbono, formada pelo resfriamento rápido (têmpera) da austenita. Sua dureza depende do teor de carbono. Quase sempre requer revenimento posterior.
Microconstituinte dos aços formado por resfriamento da austenita entre 200 e 540°C. Apresenta maior tenacidade que a martensita. Classifica-se em Bainita Inferior (abaixo de 300°C) e Superior (acima de 300°C).
Combinação de operações de aquecimento e resfriamento aplicadas a metais em estado sólido para obter propriedades desejadas. Tipos principais: Recozimento, Normalização, Têmpera, Revenimento, Austêmpera e Endurecimento por Indução.
Tratamento térmico para aços de alto carbono que resulta em estrutura bainita — alta dureza combinada com maior tenacidade. Aplicado em anéis elásticos, pinos elásticos, molas e peças que necessitem boa tenacidade.

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